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sábado, 28 de junho de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
sábado, 29 de março de 2014
Já escrevi isto amanhã
Estou a ler o quinto livro de crónicas do António Lobo Antunes antes de ler o quarto (vá-se lá saber). Mas já ouvi o quarto livro pela voz do próprio escritor - traz um CD oferta com algumas crónicas lidas por ele. Dez faixas de cinco, seis, sete minutos. É uma sensação estranha ter o "senhor" António a ler-me e a ler-se ao mesmo tempo (ler-me-se? ler-se-me?).
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
A rudeza tem o seu charme
«Leva contigo o teu único filho, isaac, a quem tanto queres, vai à região do monte mória e oferece-o em sacrifício a mim sobre um dos montes que eu te indicar. O leitor leu bem, o senhor ordenou a abraão que lhe sacrificasse o próprio filho, com a maior simplicidade o fez, como quem pede um copo de água quando tem sede, o que significa que era costume seu, e muito arraigado. O lógico, o natural, o simplesmente humano seria que abraão tivesse mandado o senhor à merda, mas não foi assim.»
Caim, José Saramago
Caim, José Saramago
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
É isto
Eu sinto necessidade que a minha prosa corresponda a um rigor musical. No sentido de ter uma certa cadência, ritmo.
Eu, na verdade, o que menos me atrai na escrita de um romance é a história. Me interessa mais trabalhar com a forma, a forma de contar aquela história. A história em si não é nada, muitas vezes não é nada.
Eu, na verdade, o que menos me atrai na escrita de um romance é a história. Me interessa mais trabalhar com a forma, a forma de contar aquela história. A história em si não é nada, muitas vezes não é nada.
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