domingo, 10 de novembro de 2013
Ainda a propósito da nova linha de roupa interior do Ronaldo
Neste Natal, o Ronaldo vai dar cuecas aos defesas e guarda-redes adversários.
sábado, 9 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Estica
Nunca saio do gabinete sem esperar uns quantos minutos após pôr um documento a imprimir: a impressora demora sempre um bom bocado a aquecer. Fico a pensar se não deverá fazer alongamentos no final.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Tilda
Ponho um til ao preencher um formulário online e de imediato surge uma caixa a dizer que “special characters” não são “allowed”. Como explicar a ingleses que acentos não têm nada de especial? Muito pelo contrário, são bastante comuns e banais.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Sobre diferenças na velocidade do sinal de empresas que fornecem serviço de televisão
Estou a ser posto ao corrente do que vai acontecer nos próximos segundos do jogo pelo meu vizinho (um qualquer) (acho que de cima).
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
O Cristiano Ronaldo não é o super-homem.
O futebolista lançou uma linha de roupa interior. Diz que está muito contente porque gosta muito de roupa interior e – atenção a esta parte – porque é a primeira coisa que veste de manhã.
domingo, 3 de novembro de 2013
12 fucking notes
Uma entrevista interessante em que o Brandford Marsalis fala sobre o nível de complexidade a que chegou o jazz e onde o descreve como um obstáculo à comunicação com o comum dos mortais que “don’t know shit about music”. O jazz está a tornar-se uma música fechada, tocada por músicos para músicos, os únicos com suposto arcaboiço para entender e apreciar o que está a acontecer – um argumento parecido àquele das senhoras que se aperaltam não para os senhores mas para as outras senhoras (não as criticarem). Dito de outra forma, aquele que deveria ser o público alvo está a ficar à margem, preterido por aquilo que supostamente ainda não foi feito com as “12 fucking notes”. E tudo isto em detrimento da componente emocional que, vistas as coisas, deveria ser o verdadeiro motivo. O mais curioso é isto tudo vir da boca de um virtuoso como o Marsalis.
sábado, 2 de novembro de 2013
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
“Até para mudar as pastilhas é preciso pedir licença ao computador”
Por um mecânico, de cócoras, virado para a roda de um Porsche.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Verruckt
Uma amiga – da área da saúde – colocou como skill no seu perfil do Linkedin “mental health”. É aconselhável e fica bem. Mas às vezes não a ter é mais útil.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Timbre
O túnel que leva até às escadas para a rua já está bastante molhado, repleto de pequenas poças, os degraus escorregadios. À saída, encharcado, ensopado, incita à compra de chapéus de chuva. Mas o pregão é horrível, a voz é feia, desagradável. As pessoas passam indiferentes e ele parece ficar sobretudo indignado com aqueles que não protecção para a chuva e que, ainda assim, optam por seguir caminho debaixo da chuva intensa em vez de lhe comprar um dos objectos. Nesses casos a voz faz-se ouvir ainda mais, penetrante. Um dos transeuntes goza com a situação, diz-lhe
Ainda se vendesse tampões para os ouvidos.
Ainda se vendesse tampões para os ouvidos.
domingo, 27 de outubro de 2013
A Bobone devia escrever um livro sobre boas maneiras dentro de um avião.
Como, por exemplo, não pôr as costas do banco para trás no momento em que vai ser servida a refeição. Ou então não ver filmes no iPad sem usar auscultadores. Não passar a vida a segurar-se ou amparar-se no banco da frente. Ou ainda, não tirar os sapatos – sobretudo se os nossos pés são pestilentos.
sábado, 26 de outubro de 2013
Norma(lidade)
«If you want to nudge people into socially desirable behavior, do not, by any means, let them know that their current actions are better than the social norm.»
Nudge, Richard Thaler and Cass Sunstein
Nudge, Richard Thaler and Cass Sunstein
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Escalade
«Não o irritava ser considerado competente mas sim que essa competência fosse confundida com uma certa bondade, sentimento que desprezava em absoluto.»
Aprender a rezar na Era da Técnica, Gonçalo M. Tavares
Aprender a rezar na Era da Técnica, Gonçalo M. Tavares
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Consoante a hora a que me estiver a ouvir
De manhã dizemos
Bom dia
mas nunca dizemos boa manhã. Assim que começa a tarde temos que dizer
Boa tarde.
senão olham-nos de soslaio. Às vezes, perto da fronteira temporal, levamos como resposta
Bom dia que eu ainda não almocei
sugerindo que é a refeição que determina onde começam e acabam os dois blocos do dia. Os alemães e os franceses usam a mesma fórmula, o mesmo bom dia,
Guten Tag, bounjour
Mas é um bom dia que pode se empregue seja manhã ou tarde. Nunca mudam e também não especificam se estão a desejar coisas boas para apenas uma parte do dia, fica ao critério do recipiente. Já os ingleses especificam tudo, ou boa manhã ou boa tarde
Good morning, good afternoon
Só há alusão ao dia todo quando se despedem das pessoas
Have a nice day
Bom dia
mas nunca dizemos boa manhã. Assim que começa a tarde temos que dizer
Boa tarde.
senão olham-nos de soslaio. Às vezes, perto da fronteira temporal, levamos como resposta
Bom dia que eu ainda não almocei
sugerindo que é a refeição que determina onde começam e acabam os dois blocos do dia. Os alemães e os franceses usam a mesma fórmula, o mesmo bom dia,
Guten Tag, bounjour
Mas é um bom dia que pode se empregue seja manhã ou tarde. Nunca mudam e também não especificam se estão a desejar coisas boas para apenas uma parte do dia, fica ao critério do recipiente. Já os ingleses especificam tudo, ou boa manhã ou boa tarde
Good morning, good afternoon
Só há alusão ao dia todo quando se despedem das pessoas
Have a nice day
Subscrever:
Mensagens (Atom)





